Zarfeg homenageia centenário da chegada dos Resende a Itanhém com selo comemorativo e trova

 

Por ItanhemFest

 

 O poeta e jornalista itanheense Almir Zarfeg, sempre atento aos valores históricos e culturais, homenageia o centenário da chegada da Família Resende a Itanhém com um selo e uma trova.

Os desbravadores mineiros João Resende e seu filho primogênito José Resende chegaram à região do extremo sul da Bahia no ano da graça de 1919, há portanto 100 anos, comemorados em 2019.

Assim que deram com o córrego, que mais tarde seria homenageado com o sobrenome da família, eles resolveram ficar, dando início ao povoamento da região, na qual se localiza o atual município de Itanhém. João e José foram auxiliados por dois homens que os acompanhavam na aventura em busca de terras férteis.

"Além do contato com o riacho, eles tiveram uma ajuda da pedra grande, que continua fascinante até os dias atuais”, afirmou Zarfeg, que fez questão de incluir a famosa pedra no selo.

Também fazem parte do selo outros elementos importantes, como o córrego (representado por uma placa de identificação), a sede da Fazenda Pedra Grande e um jequitibá, que simboliza o centenário. A cor dourada e as duas cabras fazem referência ao brasão da Família Resende, cujas origens remontam a Portugal do século XII da era cristã.

As famílias Resende e Baião têm origem comum e, assim, possuem o mesmo brasão de armas. O casal português João de Resende Costa e Helena Maria de Jesus chegaram ao Brasil em 1720, espalhando seus descendentes por todo o país.

Zarfeg ainda dedicou uma trova aos dois desbravadores, reproduzida a seguir:

E agora, João? E agora,

José? É tudo ou nada!

Mas quem precisa faz a hora

Na partida e na chegada!

 Leia mais sobre a chegada dos Resendes a Itanhém aqui.




Notícia Postada em 02/01/2020
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